Meus conselhos a quem procura uma pós-graduação.

Desde que comecei a escrever no LinkedIn, uma quantidade relevante de pessoas tem me questionado se vale a pena investir numa pós-graduação, e mesmo não sendo pago para aconselhar me preocupo com a resposta, pois é um grande investimento financeiro e profissional para eu responder igualmente a todos.

Cada pessoa vivencia uma situação específica, com diferentes objetivos e experiências profissionais.

Por isso escrevo motivado a atender estes em dúvida, da mesma forma sincera que fiz quando dei Meus Conselhos aos Iniciantes no Comércio Exterior, você não verá aqui dicas óbvias de artigos patrocinados por instituições de ensino e com aqueles depoimentos mais mentirosos que da época do Orkut.

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Causos de Importação: O 1º brinde a gente nunca esquece.

Hoje será diferente, faz tempo que desejo contar as histórias inusitadas que me ocorreram atuando no comércio exterior, ele ensina bem menos que os artigos anteriores, na verdade, nem ensina coisa muito certa, mas compensará na diversão (assim espero).

A história é real, alguns poucos detalhes foram alterados para me preservar profissionalmente. O curtir e feedback de vocês será essencial para continuar a publicar as próximas, já estou começando com uma das melhores para ter certeza se irão gostar ou não.

Aos leitores que não são da área do Comércio Exterior, sugiro ler antes este artigo para ajudar no entendimento.

E sem mais delongas, vamos ao causo.  (mais…)

O que aprendi no intercâmbio Work Experience.

Um dos conselhos que dei aos iniciantes no Comex neste artigo foi que um inglês de qualidade é mais importante que o diploma, acho que são raras as pessoas que conseguem desenvolver o idioma rapidamente apenas com aulas e praticando por conta, por isso sugeri morar e trabalhar fora do país.

Algumas pessoas me perguntaram como é possível morar fora e trabalhar legalmente e contei que eu participei do programa Work Experience USA. Como defendo fortemente que o profissional de Comércio Exterior deve ter inglês de qualidade, vou contar aqui alguns causos e as principais lições que tive. (mais…)

Seu baita produto não compensa sua exportação medíocre.

Eu sou passional com importação, os desafios me mantém interessados e tenho aquele prazer de dever cumprido com cada processo finalizado, porém a passionalidade também me faz sofrer, quando surgem dificuldades para desenvolver os trâmites.

Claro que não é qualquer problema que me exalta, a experiência, idade e um bom gerenciamento de risco, me tornaram tolerantes com os erros, estou ciente que eles acontecem, então resolvo e busco soluções para que não se repitam.

Mas o que me tira do sério mesmo, é quando o exportador age com descaso. (mais…)

Explicação prática dos canais de parametrização na importação.

Navegantes, Santa Catarina, 07:03 da manhã, o jovem Jonas, cheio de sonhos e objetivos, bebe um café quente para se esquentar, é metade de julho, o termômetro marca 10 graus, mas o vento do rio que chega no estaleiro causa uma sensação térmica de “menos todos’’ graus.

Com o calor da bebida, os dedos voltam a responder, hora de conferir quais importações estão disponíveis para registro. (mais…)

Conhecendo e calculando os tributos da importação.

Principal fator problemático para se fazer negócios no Brasil (gráfico abaixo), também razão do sucesso de pessoas na ponte da Amizade em Foz do Iguaçu (PR), a carga tributária brasileira não é brincadeira, tanto que muitos profissionais vivem de encontrar soluções fiscais para reduzir a quantidade de impostos.

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Fonte: Fórum econômico mundial

E não seria diferente nos impostos incidentes da importação, não bastasse o peso das porcentagens, ainda temos o efeito cascata e outros encarecedores aplicados de forma irregular (um abraço à RFB e sua “sutil’’ e inconstitucional revisão nos valores da TUS).

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Não seja um cliente idiota.

Salvo exceções, como tudo nessa vida, ser cliente é bem mais tranquilo que fornecedor, ele determina quem será o contratado e receberá seus recur$o$, contanto que se adapte à forma de trabalho e atenda à qualidade esperada, com o mínimo de trabalho possível para o adquirente.

Esta posição de poder tem a capacidade de despertar os piores vícios, transformando um “simples” cliente no vulgo “estúpido”, “babaca”, “FDP”, “escroto”, “idiota” e qualquer outro adjetivo que você, prestador de serviço, lembre e braveje ao desligar o telefone ou receber aquele e-mail “lacrador” com todo mundo em cópia. (mais…)