3 histórias que mostram como ultrapassados Dress Codes são prejudiciais.

Este calor de janeiro, que novamente fez eu desejar ter nascido na Noruega, me lembrou desse mesmo mês em 2012, quando pela primeira vez eu entrei em conflito por causa de dress code.

Trabalhava numa pequena empresa onde as regras de conduta, postura e vestimenta eram determinadas na informalidade e jurisprudência, ou seja, bastava olhar como os mais antigos e chefes se comportavam e vestiam para copiar. Não havia uniforme, seguíamos o clássico: calça jeans, calçado fechado (Exceto pantufa) e camiseta básica ou polo.

Mas neste mês específico, eu e demais colegas de sala estávamos preocupados com nosso ar condicionado, um guerreiro chinês de marca desconhecida e nome impronunciável que, ao longo de dezembro, notamos que estava perdendo as forças, o calor era constante, mas tínhamos que baixar um grau a cada semana que passava. (mais…)